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Saudação ao Sol

Surya Namascara

Curiosa para descobrir o que era isso de yoga, pesquisei na internet como se fazia a saudação ao sol,  pois era o que mais ouvia quando se falava de yoga. 

Confesso que vi várias vezes o mesmo vídeo até conseguir fazer a primeira postura. Depois foi tentar juntar a respiração com os movimentos, até que por fim consegui fluir entre o corpo e a respiração e a magia aconteceu. 

A partir daí não mais parei no meu caminho de descoberto pelo yoga, que hoje sei que é muito mais do que um exercício ou um conjunto de posturas. 

Para ti que queres experimentar e não sabes por onde começar, deixo-te um vídeo com a saudação ao sol de forma bem simples, para que percebas se te faz sentido ou o que te faz sentir. 

Yoga

O Yoga na minha visão

Deixo-te a minha visão do yoga que claro não é absoluta, e pode mudar com o tempo e a vida a acontecer, mas neste momento é assim que o sinto na minha vida. 

Para mim o yoga não é um exercício físico, embora trabalhe os teus músculos e o teu corpo.  Não é sobre torcer o corpo e fazer posições que realmente parecem muito bonitas a quem olha. 

O yoga é sobre a união do masculino e do feminino em ti (Hata yoga – Ha-sol e Ta-lua), é sobre flexibilidade. Ao tornares o teu corpo mais flexível, também a tua mente, os teus pensamentos, as tuas emoções se tornam mais fortes e flexíveis, em vez de te identificares com as mascaras que usas em cada situação da tua vida, passas a ser o que a vida pedir, sem preconceitos, sem afirmações como: eu sou mais da noite ou eu sou mais do dia, passas a ser o que vida pedir no seu movimento, se houver necessidade de ser da noite és da noite, movimentando-te de maneira fluida pela vida, sem te apagares ao que achas que és. 

É sobre resiliência, não desistir quando a tua mente diz que já não pode mais, sobre tomares o comando e teres o poder do teu corpo e mente, e quando ele te diz que já não consegue, tu afirmares, consegues sim, testando assim os teus limites. Utilizando a mente e o corpo a teu favor, que são as mais poderosas ferramentas que trouxemos para esta vida. 

É sobre acalmar os pensamentos, sobre silenciar tudo dentro de ti, conseguindo assim receber as respostas, escutando o que a inteligência divina que vive dentro de ti, tem para te dizer. 

É sobre união entre mim e o resto da existência, o que está dentro de mim e o que está fora, sobre apesar de sermos um individuo independe estarmos todos ligados e sermos todos apensa um. 

É uma forma de quebrar as limitações do que chamamos de personalidade, evoluindo de ser uma pessoa para ser uma presença, um Ser.

É neste contexto que assentam as minhas práticas, que são mais do que aulas de yoga e podem variar entre posturas e dança, só posturas, só respiração, conforme as pessoas, a situação, o altura do ano ou do mês. 

Sobremesa de manga

Ingredientes: 

100ml natas

1 iogurte de manga

1 manga partida aos bocados

1 tablete pequena do teu chocolate preferido 

Preparação: 

Bater o iogurte com as natas, (se for iogurte grego não é necessário juntar as natas), juntar a manga, envolver, levar ao congelador ate ficar consistente. 

Colocar a tablete de chocolate num recipiente e deitar água bem quente por cima, para que o chocolate derreta, quando estiver derretido, deitar por cima do preparado anterior. Partir aos bocados e disfrutar.

Espiritualidade

O que é para ti a espiritualidade? 

Ao longo de todos estes anos, a espiritualidade já teve muitos significados para mim. 

No inicio de tudo quando ainda não tinha consciência de nada, no meu entender a espiritualidade era algo esotérico, abstrato, talvez um Deus, talvez uma força, talvez algo que não conseguíamos ver, mas no qual precisávamos acreditar e ter fé. 

Mais tarde pensei que espiritualidade viesse de espirito e que estivesse relacionado com o facto de termos um corpo e um espirito, e que esse espirito era algo em que tinha de acreditar. 

Com o tempo, depois de muito estudar e de mergulhar profundamente em mim, deixei de acreditar tanto no que lia ou me diziam e preferi escutar o meu sentir. 

A cada mergulho mais profundo, a cada momento de dor em que me sentia totalmente perdida, sem rumo, fui percebendo que a espiritualidade não era nada fora de mim, não era de todo um Deus sentado lá em cima a dizer o que devíamos ou não fazer.

Era antes essa força divina em nós, essa inteligência que vive dentro de nós e faz todo o nosso corpo trabalhar perfeitamente, sem que façamos nada para isso. É a nossa capacidade renascermos e nos transformarmos a cada experiencia menos boa que apareça na nossa vida. 

E com isso vais tomando consciência de que podes tudo, de que és invencível, és muito mais do qualquer pensamento, muito mais que o teu corpo, muito mais do que qualquer emoção. 

E que se aprenderes a controlar os teus pensamentos poderás controlar as tuas emoções, e com isso poderás alterar padrões enraizados em ti, para consigas que o teu caminho seja escrito de forma mais consciente logo mais de acordo com o que desejas. 

Se sentes que estás pronta para passar do acreditar ao sentir, o meu Surfando as Estrelas ajuda-te a mapear esse caminho emocional. Vamos surfar juntas?

Diário da minha primeira viagem sozinha.

A noite anterior foi difícil, acordei às 4h e sonhei que me apontavam uma faca e me raptavam para uma vila cheia de pessoas.

Os meus medos falavam comigo.

Saí do carro um pouco apreensiva, no meu peito uma sensação estranha, um misto de emoções. 

Fiz a minha oração da gratidão diária e li a mensagem que tinha tirado para o dia, do livro da querida Isabel que era:

“Larga o escuro.

Larga esse escuro.

Ele está aí para veres estrelas.

Não te deixes consumir pela escuridão.

Move-te.

Devagar.

Só precisas de um passo hoje.

Amanhã damos mais outro.

Mas hoje é só um.

Anda!

Larga o escuro.

Tu não és ele!

Tu és tu!

Tão luminosa!

Não feches os olhos para ti mesma.

Tu és única!

Sim, tu!”

Conforme caminhava até à estação dos comboios, a confiança ia crescendo dentro de mim, como uma plantinha a brotar. 

Claro que, muito ao estilo Miriam, ia perdendo o comboio, pois vi outro igual na linha ao lado e fui a correr pensando estar na linha errada. Mas correu bem. Entrei no comboio e uma sensação de felicidade percorreu o meu peito.

O primeiro passo tinha sido dado, eu estava a conseguir.  

Quando cheguei vi tudo muito cinzento, escuro, desde o céu ao cenário, senti um leve aperto no peito, era uma imagem um pouco deprimente. Mas continuei para o metro. 

Saí do metro e percebi, olhando à minha volta, que reconhecia o sítio, os prédios, a estação. Estava no mesmo sítio onde anos atrás tinha vindo com a Matilde, as duas sozinhas. 

Olhando para trás, veio-me à cabeça a pessoa diferente que era nessa altura, como tanta coisa tinha já mudado dentro de mim.

A casa era muito gira, pequenina, mas bem arranjada e a pouca decoração com gosto.

Fechei a porta de casa, com uma sensação tão boa dentro de mim, ali estava eu sozinha e feliz. Como seria de prever para quem me conhece, corri para ver o mar, e que céu lindo estava, as nuvens deram uma trégua e abriram um espaço para que conseguisse ver o sol a pôr-se. Senti-me tão em paz, tão no meu lugar, tão perto do criador.

Ali, na praia e no Porto, senti o abraço da minha mãe de uma maneira tão mais forte.

A noite foi difícil, as janelas não tinham estores e havia demasiada luz no quarto toda a noite.

Fui para me encontrar, para estar só comigo e percebi que tinha muita vontade de estar com pessoas, comer uma boa refeição com risos e uma boa conversa, encher o coração de memórias, de partilhas, de gargalhadas.

Passei a manhã a pintar uma aquarela, pela primeira vez. E soube tão bem! Saí de lá com a minha pintura na mão e no coração o sentimento de ser capaz de tudo.

O resto do dia foi a caminhar pela cidade, ver os monumentos, e voltar a pé até casa. Estava tão conectada comigo, sentia que podia escutar o mais profundo de mim, estava muito cansada, mas feliz. Desta vez não me sentia solitária, não estava sozinha, estava comigo.

A noite foi mais difícil do que a anterior, talvez pelos programas que vi na televisão antes de me deitar. Não consegui dormir praticamente nada, e pela primeira vez na vida, senti mesmo medo.

Quem viaja sozinha pela primeira vez, e escolhe uma casa no rês do chão sem estores, só com umas cortinas que deixam ver as sombras da rua?! Eu, claro!

Apesar do pouco que dormi, acordei bem disposta. Depois da minha rotina matinal, saí para andar de bicicleta. O caminho junto ao mar é perfeito para isso.

Acabei por abandonar a ideia da bicicleta e caminhei a pé, pois queria ir até à ribeira e não sabia quando ia voltar, ou se tinha local para guardar a bicicleta, quando fosse almoçar.

Cheguei lá muito cansada, são duas horas a andar e o percurso a partir da foz não é muito bonito, o que não ajuda.

Apetecia-me sushi. Estava tão cansada que não procurei mais: fui a uma esplanada da Ribeira, foi caro e mau, um fiasco, não aconselho.

Subi para apanhar o metro, pois não me imaginava a fazer o caminho de volta e também queria ir pintar para a praia, não ia voltar a ter a oportunidade de estar tão perto da praia, cheguei, larguei tudo e fui pintar para a praia, foi incrível fiquei até ao por do sol.

E mais uma vez, tive a certeza, que o que quero para mim é viver assim, perto da praia.

Podia ser aqui. Quem sabe, no futuro. A praia tem um sítio grande para andar de skate e estavam a jogar Beach Ténis, que sempre foi a minha maneira de ténis preferida. Que saudades tenho! Só tive vontade de ir lá para dentro da areia jogar.

Sem dúvida, o melhor sítio para ficar no Porto é em Matosinhos. O acesso ao Porto é muito fácil pelo metro e é tão bonito que compensa. A viagem de metro do centro do Porto são 30 minutos, mais ou menos, mas acho que vale tanto a pena.

Há uma loja de plantas em Matosinhos, a Terrarea, que serve almoços, lanches e  pequenos almoços. Muito giro, vale a pena conhecer.

A última noite foi mais tranquila, dormi um pouco melhor, embora não bem.

E tinha chegado a hora de partir, estava tão difícil voltar à vida real, aqui eu era a mulher livre e empoderada que sempre quis ser. 

Regressei com a certeza de que estou muito bem sozinha, não preciso de ninguém ao meu lado para estar bem, feliz.

Uma das muitas tomadas de consciência que tive foi que preciso de um trabalho que me realize, que o que mais quero é ajudar mulheres, é transmitir o que sei, o que aprendi, sem isso não faz sentido viver.

Porto, dezembro de 2020

 

Uma medrosa em Florença

Florença: Onde o Medo deu lugar ao Renascimento

Várias vezes pensei em desistir.

Viajar sozinha era algo que me deixava sem fôlego, não de entusiasmo, mas de um medo paralisante. Na minha mente, a lista de obstáculos era interminável: estar num local onde uma viagem de avião me separava de qualquer pessoa que eu conhecesse, a língua que não dominava, o meu sentido de orientação é o meu ponto fraco é muito fácil perder-me, saber que não havia ninguém a quem pudesse ligar se algo acontecesse…e a lista continuava.

Acordei naquela manhã com vontade de desistir, o medo quase venceu, chamei-me louca muitas vezes. Mas, como desistir nunca fez parte do meu vocabulário, segui em frente. Entrei no aeroporto e não conseguia respirar fundo: “E agora? E se algo corre mal?”

Se para ti viajar sozinha é algo banal, talvez este relato te pareça estranho. Mas para mim, foi verdadeiramente aterrador. Mas era algo que tinha colocado na minha “lista de tarefas” e, num impulso de coragem, comprei a viagem.

O Salto de Fé

O aperto no coração só aliviou quando as rodas do avião deixaram o chão. Adoro voar, e essa sensação de suspensão acalmou a tempestade interna.

Até que tinha chegado ao aeroporto em Itália e ao procurar transporte para o centro da cidade,  pensei: “Isto está mesmo a acontecer, e agora? Socorro!”

Subi para o autocarro e fiquei a ver a paisagem passar; o sol brilhava de forma incrível e tudo era novo para mim. Fiquei ali apenas a ver as imagens passar. Quando saí do autocarro, o medo e a excitação lutavam dentro de mim. Estava ali sozinha, sem ninguém a quem ligar se algo corresse mal, sem sítio para dormir se algo corresse mal, mas, ao mesmo tempo, estava num lugar onde sempre sonhei ir.

O encontro com a Beleza ( e Comigo Mesma)

Tive muita sorte com o proprietário do alojamento; não podia ter sido mais incrível. Tudo correu super bem e eu relaxei. Já tinha um lugar para dormir e alguém a quem ligar se algo corresse mal.

Comecei a caminhar pela cidade, deixando-me deslumbrar pela sua beleza. O Duomo é algo que me maravilhava todos os dias e, quando o vi pela primeira vez, apaixonei-me pela cidade. No final do dia, estava cansada, mas muito feliz. Sim, eu tinha conseguido; estava calma, no lugar onde mais queria estar, sozinha, e muito bem.

Os dias voaram, caminhei muito, perdi-me algumas vezes mas muito pouco — ao contrário do que pensava. Fiz tudo o que tinha planeado, todas as pessoas que conheci foram incríveis. Fiquei maravilhada com o que vi, com o que comi, com o que senti. E nunca mais tive medo. Tive, sim, uma vontade enorme de ficar mais tempo.

O Regresso: Inteira e Completa

De volta ao aeroporto, senti-me muito orgulhosa de mim mesma por ter conseguido apesar do medo, por não ter desistido, por ter trocado o medo pelo prazer. Cheguei de coração cheio, muito feliz com a minha própria companhia e ainda mais certa de que posso fazer tudo o que quiser, confirmando algo que ensino todos os dias no meu Surfando as Estrelas

Nós somos seres completos e inteiros. Só quando nos sentimos bem na nossa própria companhia é que estamos prontos para partilhar a vida com alguém e conquistar o mundo. 

 

Porque é que te conto isto?

Conto-te esta história porque quero que saibas que, se algo te assusta, se parece impossível ou demasiado grande para ti… tu consegues. O medo é apenas uma bússola que indica o caminho para o teu crescimento.

Não esperes que o medo passe para agir. Vai com medo mesmo. Do outro lado da resistência, espera-te uma versão de ti que tu ainda nem imaginas que existe.

Postais de aniversário

O meu presente para ti...postais de aniversário.

Na nossa caminhada, celebrar o outro é uma das formas mais bonitas de praticar o Merecimento.

Preparei estes postais exclusivos para que possas espalhar magia e luz no aniversário de quem amas.

Não é apenas um papel, é um pedaço da energia do Surfando as Estrelas que viaja até à casa de alguém especial. 

Descarrega, escolhe o teu favorito, escreve com o coração e transforma um simples parabéns num momento de conexão profunda. O meu presente gratuito para o ti.

Nota: Para um resultado perfeito, recomendo a impressão em papel com gramagem superior (200g ou mais).

Vives ou estás a sobreviver? Celebra cada momento!

Consultas 🖤

Sentes-te confusa, perdida ou sem saber que direção tomar?

Há algo na tua vida que te inquieta e impede o teu equilíbrio?

Ou sentes, simplesmente, o apelo para viveres com mais consciência e descobrires quem realmente és?

Nas minhas consultas, encontrarás as ferramentas, o suporte e o acolhimento necessários para juntas, chegarmos onde desejas. O meu objetivo é ajudar-te a libertar a luz que já habita em ti, para que possas oferecer ao mundo a tua melhor versão, todos os dias.

Depois de uma longa jornada de estudo, onde comecei por estudar coaching, seguido de astrologia, tarot astrológico, ayurveda, feng shui, astrologia do Ki, leitura de chakras, sound healing, decoração de interiores, entre outros.

Não me limitando apenas à teoria: testei e vivi cada ensinamento na primeira pessoa. Só te guio por caminhos que eu própria já percorri. 

 

Hoje, compreendo que o que faço vai muito além de uma consulta isolada de Astrologia ou Feng Shui, é uma jornada, em que cada sessão é única, tal como tu.

Não acredito em fórmulas rígidas, porque cada processo é individual. Moldo a minha prática aos teus desafios, à tua fase de vida e ao que sentes que precisas de trabalhar agora..  

Estou por aqui para te acompanhar, com todo o amor e presença, iluminando o teu caminhar.

 

 

Relacionamentos

Os teus relacionamentos são o pilar mais importante da tua vida, mas também o mais desafiante.

São eles a tua grande escola de desenvolvimento pessoal.

Quando vivemos estas ligações com consciência, aprendemos a evoluir através do outro: transformando o que nos desafia em crescimento e celebrando o que nos traz alegria.

Através do Método Miriam — um método que desenvolvi especificamente para a área das relações — ajudo-te a transformar os teus vínculos de forma prática, profunda e funcional.

 

Este acompanhamento é para ti se queres:

♥ Resolver conflitos familiares, laborais ou de casal;

♥ Ganhar coragem para deixar uma relação tóxica;

♥ Abrir o teu coração para um novo amor, sentindo-te inteira e segura.

 

Se procuras harmonizar uma relação (seja familiar, profissional ou amorosa), se precisas de força para fechar um ciclo que já não te faz bem, ou se desejas preparar o teu caminho para encontrar alguém especial, estou aqui para te acompanhar nessa jornada

Encontros com a Lua

Já imaginaste alinhar a tua vida com o ritmo da Lua?

Proponho-te um conceito inovador e diferente de tudo o que já conheces. Nestes Encontros com a Lua, as atividades fluem em harmonia com o ciclo lunar, a fase em que nos encontramos e a energia única de cada grupo.

Yoga, dança, canto, rituais lunares, pintura e aguarela são algumas das experiências que teremos, permitindo que a tua criatividade flua em total alinhamento com os astros.

Vem despertar a tua força criativa e expandir a tua consciência, desbloqueando o caminho para uma vida mais plena,  permitindo-te simplesmente ser.

♥ Formato: Um encontro semanal.

♥ Local: Em contacto com a natureza (ao ar livre) ou em sala.

Vem celebrar a energia da Lua connosco.